É o encargo atribuído judicialmente a um adulto capaz para que proteja, zele, guarde, oriente, responsabilize-se e administre os bens de uma pessoa declarada incapacitada, em razão de doença ou de acidente, como Alzheimer ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, para reger os atos da vida civil.

É preciso nomear um curador quando o idoso demonstra impossibilidade de compreender a amplitude e as consequências de suas ações e decisões. E somente um juiz poderá declará-lo incapaz, em um Processo de Interdição, e nomear um curador para tomar decisões por ele. Ou seja, por mais que a incapacidade do idoso seja perceptível ou detectada a qualquer tempo, a lei exige uma sentença judicial declarando sua interdição e nomeando seu curador.

Os casos sujeitos à interdição, segundo a lei brasileira, são: