Institucional

A Cora foi desenvolvida para ser um verdadeiro lar.

Mais que um residencial para idosos, a Cora é o lugar onde seus familiares encontram toda a segurança, conforto e bem-estar que merecem.

Sempre acompanhados por profissionais qualificados e em uma localização privilegiada.

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Missão

Promover na sociedade brasileira
a melhora da qualidade de vida
de idosos e suas famílias.

Visão

Ser a empresa líder de mercado
na América Latina, tornando-se
referencia no atendimento
a idosos e suas famílias.

Valores

Gostar de gente, cuidar com
carinho, fazer sempre o melhor,
construir juntos, agir eticamente,
garantir retornos sustentáveis.

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Todo o conforto e a comodidade de Cora que cabem no orçamento familiar.

Cuidados profissionais para quem é mais que especial para você.

A melhor infraestrutura é aquela que, além de oferecer segurança, garante um ambiente agradável e acolhedor. Na Cora esse é um compromisso que reafirmamos todos os dias e faz com que cada residente se sinta realmente em casa.

Infraestrutura construida especialmente para o bem-estar do idoso.

Médicos, enfermeiros, nutricionistas e profissionais de saúde especializados.

Suítes individuais, duplas e triplas, com todo conforto e segurança.

Duas atividades diárias para socialização.

Seis refeições diárias. Um cardápio balanceado preparado por nutricionistas

Limpeza diária e lavanderia com até 70 peças por residente/mês.

Localização privilegiada com 6 endereços por toda a cidade de São Paulo.

Fraldas, medicamentos, fisioterapia, salão de beleza e locação de equipamento.*

Conforto e cuidado para que cada residente se sinta em casa.



*Serviços contratados de acordo com a necessidade de cada idoso.

Perguntas e respostas sobre Alzheimer

A doença de Alzheimer é caracterizada pelo aumento da proteína beta-amiloide próxima aos neurônios, o que gera placas que destroem as conexões entre as células. Considerada a forma mais frequente de demência entre os idosos, sua principal característica é a degeneração e morte dos neurônios, com progressivo e irreversível declínio nas funções intelectuais e cognitivas.

As causas do Alzheimer ainda não são conhecidas, mas acredita-se que a doença seja resultado de uma somatória de fatores genéticos e ambientais, relacionados com o estilo e a qualidade de vida da pessoa durante toda a existência.

O Alzheimer é uma doença incurável, mas com os avanços da medicina é possível que os pacientes tenham uma sobrevida maior com qualidade de vida, mesmo na fase mais avançada. O uso de remédios junto com atividades que mantenham as habilidades que ainda estão preservadas, melhorando a qualidade de vida do idoso e de seus familiares.

Loucura, segundo a psicologia, é uma condição da mente que está relacionada a doenças psiquiátricas, como esquizofrenia, psicose, transtornos psicóticos, entre outras. Demência é a perda das funções cerebrais, como memória e raciocínio. O idoso fica confuso e pode não se lembrar de nomes, pessoas; ter alterações de personalidade, convívio social etc.

Os sintomas do Alzheimer são:

Fase inicial

Lapsos na memória recente.
Mudança de comportamento – introversão ou extroversão.
Senso de direção comprometido.
Atitudes mais agressivas do que o normal.
Dificuldades em aprender coisas novas.
Teimosia, insistência em dizer que não há nada de errado.

Fase intermediária

Perda de memória intensificada.
Repetição infinita de informações.
Estranhamento constante da própria casa e pertences.
Alternância de confusão mental e lucidez.
Estresse psicológico e depressão.
Agressividade quando é contrariado.
Início de dependência física – algumas atividades se tornam penosas e outras perigosas.
Esquecimento de palavras óbvias.

Fase avançada

Dependência física total.
Não anda.
Quase não fala.
Não reconhece ninguém, nem a si mesmo.
Aparecem infecções, principalmente urinária e pneumonia.
Deglutição prejudicada.
Aumento da probabilidade de lesões cutâneas.
Aumento da probabilidade de problemas de circulação

O Alzheimer é umas das doenças mais cruéis. Isto porque a pessoa esquece aos poucos de suas lembranças, de suas rotinas e até de quem ele é, em casos mais graves. Isso faz com que cada vez ela passe a vasculhar, tentando encontrar uma pista de algo que esqueceu, e isso gera angustia, ansiedade e constrangimento. Sua memória, aos poucos, perde a capacidade intelectual de pelo menos três áreas do cérebro, ou seja, começa a ter dificuldades em atividades intelectuais até chegar ao seu estado crítico de esquecimento total.

Na maioria dos casos, a doença de Alzheimer inicia a partir dos 60 anos, mas não é raro encontrar pessoas mais jovens com os sintomas iniciais. Por isso, ao surgir qualquer desconfiança, o ideal é procurar um especialista.

Pesquisas são realizadas constantemente e não há uma resposta definitiva sobre a doença ser hereditária. Há casos precoces, que acontece antes dos 60 anos, e que o fator genético é mais evidente.

Pesquisadores já estão verificando a possibilidade do desenvolvimento de um tratamento mais eficaz para o Alzheimer e até de uma vacina, que será capaz de prevenir o surgimento da doença. Mas, por enquanto, não temos nenhum tipo de medicamento que previna ou cure esta doença.

Esquecer um objeto, um compromisso, uma data ou um nome é algo normal e que pode acontecer com todos, mas quando se torna repetitivo e compromete o dia a dia do indivíduo pode ser sintoma de Alzheimer. Caso exista alguma suspeita, procure um médico.

Atualmente há dois tipos de remédios com resultados comprovados por estudos científicos: um age na acetilcolina e outro no glutamato, que são neurotransmissores envolvidos com a memória, aprendizagem e comportamento.

As indicações e as desvantagens de cada medicamento serão esclarecidas pelo médico assim que for prescrito. E vale destacar que cada paciente responde de uma maneira com ao uso dos remédios. Por isso é preciso manter o acompanhamento regular para que, caso haja necessidade, o médico modifique a dosagem ou, até mesmo, o medicamento.

E não custa lembrar: é importante que as doses e horários de cada medicamento prescrito sejam seguidas corretamente e se houver qualquer tipo de reação ou alteração no comportamento do paciente que não são esperadas, é preciso informar o médico imediatamente.

É preciso manter as habilidades que ainda estão preservadas em pacientes com Alzheimer. Por isso, propor atividades que estimulem o cognitivo, a socialização e a parte física e motora é essencial em qualquer estágio da doença.

Esta síndrome acontece com o aumento dos sintomas de memória: esquecimentos, confusão, delírio, agitação e ansiedade que, geralmente, surge por volta das 17h ou quando começa a escurecer. Neste momento, é importante para quem esteja com o idoso ser paciente. Uma ideia é mostrar os ambientes do local que ele está, seus objetos pessoais, para o confortar e o deixa-lo mais tranquilo. Não é prudente discutir ou insistir nesse momento da crise. Isso pode gerar agressividade verbal ou até física.

Para muitos cuidadores e familiares de pessoas com Alzheimer, a hora do banho pode se mostrar um desafio. Há casos em que o doente se recusa, dizendo que já tomou banho, ou simplesmente se negando. Para isso, existem dicas que ajudam você a convencer o idoso e facilitar o momento:

– Rotina
– Avisar antes “nós estamos indo tomar banho”
– Anotar a rotina diária, dentre outras.

Para evitar quedas:

– Instalar fitas adesivas ou piso antiderrapante dentro do box e na saída.
– Instalar barras de segurança dentro do box e ao lado do vaso sanitário.
– Uso de cadeira de banho, se necessário.

Para agilizar, antes do banho:

– Prepare os materiais na sequência em que serão usados, como xampu, sabonetes, toalhas etc.
– Prepare também a roupa com a qual o idoso sairá do banho.

Também é importante o elogiar quando terminar o banho. Registre o final do banho, peça para a pessoa escrever em “acabei de tomar banho” e assinar seu nome abaixo. Tudo isso reforçará positivamente a necessidade desse hábito, facilitando nas vezes seguintes.

É comum em estágios intermediários do Alzheimer que o cuidador ou familiar, ao tentar dar a medicação, ele recuse e se senta muito irritado. Quanto mais explicar, mais confuso fica. Uma dica é agir calmamente, transparecendo tranquilidade, compreensão e confiança.

Os benefícios da atividade não se restringem aos aspectos físicos, mas também melhora o psicológico do paciente. Os exercícios devem ser realizados diariamente em períodos de aproximadamente 15 minutos e, se possível, duas vezes ao dia, de manhã e à noite.

Uma atividade física bem orientada, que considere suas limitações, proporciona uma boa flexibilidade articular, melhora a circulação e o funcionamento intestinal, além de consumir o excesso de energia, combustível responsável muitas vezes por crises de agitação e agressividade.

O emagrecimento não acontece exclusivamente por ter o Alzheimer. Isso está ligado a outros fatores. É muito importante o acompanhamento de um especialista em alimentação durante o tratamento, já que existem alimentos que são neuroprotetores, ou seja, ajudam tanto na prevenção quanto a desacelerar a evolução do Alzheimer.

Os distúrbios comportamentais são um dos aspectos mais difíceis no dia a dia. Podemos considerar que alguns comportamentos, como gritar, vagar pela casa, episódios de irritabilidade e agressividade, podem ser uma forma de comunicação, como, por exemplo, o choro dos recém-nascidos. Algumas alterações comportamentais são relativamente aceitáveis, por não apresentarem riscos e não necessitarem de tratamento.

Diante de um comportamento irregular, sem causa aparente, devemos investigar e tentar descobrir se por trás dessa manifestação não há uma forma de comunicação escondida.

Existem muitas razões para um comportamento agressivo. Cada idoso reagirá às situações da sua própria maneira. Isso pode estar relacionado com as alterações que estão ocorrendo no cérebro, acontecimentos ou fatores no ambiente que provoca o desconforto no idoso ou pelo fato do idoso não estar se sentindo bem.

Isso varia de acordo com cada pessoa, mas o idoso que tem Alzheimer continua com a necessidade de amor, relações seguras e toque carinhoso. Alguns podem tornar-se exigentes, insensíveis às necessidades de outros e podem ter alterações na expressão da sua sexualidade. É importante discutir estes sentimentos com um profissional.

Em estágios intermediários da doença de Alzheimer, a pessoa pode apresentar comportamentos marcados por agressividade, alucinações e/ou dificuldades para dormir e comer.

Este tipo de comportamento é muitas vezes uma forma do paciente de Alzheimer tentar se comunicar. A progressão da doença significa que eles podem não ser capazes de se comunicar verbalmente, mas eles ainda estão emocionalmente conscientes e permanecerão assim, muitas vezes, até o fim da vida.

Ao cuidar do idoso, é necessário ser capaz de controlar a situação, tanto em relação ao ambiente quanto a atmosfera. Estes fatores desempenham um papel importante para ajudar o idoso a se sentir mais calmo e seguro.

Estão sendo feitos ensaios clínicos que envolvem células-tronco e a doença de Alzheimer. Nos Estados Unidos, os primeiros testes começaram apenas no ano passado, porém ainda não existem terapias aprovadas para tratar a doença. Isso significa que os estudos estão em fase inicial, recrutando pacientes com a principal finalidade de demonstrar que a terapia é segura.

Quando os sintomas pioram muito e rápido, é importante avisar o médico que, dentro da filosofia de cuidados paliativos e junto com a família, planejará os próximos cuidados. Quando o processo de morte for estabelecido, a pessoa pode apresentar outras mudanças como a perda da consciência (não consegue acordá-la), não conseguir mais engolir, agitação terminal, além de mudanças na respiração e circulação.

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