O pedido de curatela pode ser feito por cônjuges, pais, filhos, ou algum parente próximo. Em todos os casos deve ter o acompanhamento de um advogado que solicitará o pedido a um Juiz de Direito da Vara Cível ou de Família da Comarca do domicílio da pessoa idosa.

O curador deve, obrigatoriamente, prestar contas de sua administração ao Juíz, sempre que solicitado. E está sujeito a ser destituído da função havendo denúncia, junto ao Ministério Público, por depreciação ao idoso ou ao patrimônio sob sua responsabilidade.

É o encargo atribuído judicialmente a um adulto capaz para que proteja, zele, guarde, oriente, responsabilize-se e administre os bens de uma pessoa declarada incapacitada, em razão de doença ou de acidente, como Alzheimer ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, para reger os atos da vida civil.

É preciso nomear um curador quando o idoso demonstra impossibilidade de compreender a amplitude e as consequências de suas ações e decisões. E somente um juiz poderá declará-lo incapaz, em um Processo de Interdição, e nomear um curador para tomar decisões por ele. Ou seja, por mais que a incapacidade do idoso seja perceptível ou detectada a qualquer tempo, a lei exige uma sentença judicial declarando sua interdição e nomeando seu curador.

Os casos sujeitos à interdição, segundo a lei brasileira, são:

O ideal é planejar com a maior antecedência possível para, assim, conseguir tirar dúvidas sobre diversos pontos. É interessante, então:

Quanto mais tranquilo for o processo de decisão, e quanto mais ele participar da escolha, mais rápida e natural será a adaptação do idoso em um residencial. Na Cora é realizado um conjunto de procedimentos para a acolhida inicial do idoso, garantindo segurança até ele se ambientar com a sua nova residência – trajetos para o quarto, refeitório e ambientes de socialização; e participação de atividades.

Em muitos casos, este processo de adaptação é mais demorado para a família. Não ter o idoso em casa, não se sentir, inicialmente, confiante e seguro com a instituição escolhida, entre outros fatores, faz com que os sentimentos fiquem confusos. É como a síndrome do ninho vazio.

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), termo criado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontolongia, normalmente atendem pessoas com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, com diferentes perfis e necessidades:

Temos seis unidades em toda a cidade de São Paulo:

Campo Belo – Rua Demóstenes, 748

Higienópolis – Rua Marquês de Itu, 816

Ipiranga – Rua Antônio Marcondes, 427

Jardins – Rua Leôncio de Carvalho, 98

Tatuapé – Rua Azevedo Soares, 21

Villa Lobos – Rua Professora Helena Moura Lacerda, 131

O mais importante é que todos entrem em um consenso. Isso facilitará tanto para o idoso quanto para a família, pois é um processo de adaptação para ambos os lados. O diálogo e obter informações sobre institucionalização e sobre o residencial escolhido são essenciais para que esta decisão seja mais assertiva para todos.