Infelizmente, por determinação da vigilância sanitária, não são permitidos animais de estimação vivendo com o idoso nas unidades. Mas os familiares e amigos podem levar seus pets e passar o dia com os residentes, pois sabemos da importância deste relacionamento.

Não. A Cora respeita a vontade de todos os seus residentes, por isso, nenhuma atividade é obrigatória. Porém, estimulamos a participação de todos, pois sabemos dos benefícios para o desenvolvimento físico e cognitivo, além da socialização, que as atividades propostas geram ao idoso.

Sim, o idoso pode, e até deve, personalizar o quarto para que sua experiência na Cora seja ainda mais confortável e aconchegante. Basta que, previamente, nossa equipe seja avisada, para que todos os detalhes da personalização estejam alinhados para o bem-estar e segurança do futuro residente.

É o encargo atribuído judicialmente a um adulto capaz para que proteja, zele, guarde, oriente, responsabilize-se e administre os bens de uma pessoa declarada incapacitada, em razão de doença ou de acidente, como Alzheimer ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, para reger os atos da vida civil.

É preciso nomear um curador quando o idoso demonstra impossibilidade de compreender a amplitude e as consequências de suas ações e decisões. E somente um juiz poderá declará-lo incapaz, em um Processo de Interdição, e nomear um curador para tomar decisões por ele. Ou seja, por mais que a incapacidade do idoso seja perceptível ou detectada a qualquer tempo, a lei exige uma sentença judicial declarando sua interdição e nomeando seu curador.

Os casos sujeitos à interdição, segundo a lei brasileira, são:

O ideal é planejar com a maior antecedência possível para, assim, conseguir tirar dúvidas sobre diversos pontos. É interessante, então:

Quanto mais tranquilo for o processo de decisão, e quanto mais ele participar da escolha, mais rápida e natural será a adaptação do idoso em um residencial. Na Cora é realizado um conjunto de procedimentos para a acolhida inicial do idoso, garantindo segurança até ele se ambientar com a sua nova residência – trajetos para o quarto, refeitório e ambientes de socialização; e participação de atividades.

Em muitos casos, este processo de adaptação é mais demorado para a família. Não ter o idoso em casa, não se sentir, inicialmente, confiante e seguro com a instituição escolhida, entre outros fatores, faz com que os sentimentos fiquem confusos. É como a síndrome do ninho vazio.

Sim. Diversos órgãos governamentais fiscalizam estas instituições para avaliar diferentes aspectos, desde a estrutura até o atendimento ao idoso, como a Vigilância Sanitária, os Conselhos dos Idosos e o Ministério Público.

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), termo criado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontolongia, normalmente atendem pessoas com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, com diferentes perfis e necessidades:

Temos seis unidades em toda a cidade de São Paulo:

Campo Belo – Rua Demóstenes, 748

Higienópolis – Rua Marquês de Itu, 816

Ipiranga – Rua Antônio Marcondes, 427

Jardins – Rua Leôncio de Carvalho, 98

Tatuapé – Rua Azevedo Soares, 21

Villa Lobos – Rua Professora Helena Moura Lacerda, 131

É muito comum ter este sentimento nesta tomada de decisão. O que é importante entender é que não se trata de incompetência no cuidado do idoso, e muito menos abandono. Muito pelo contrário. Isso mostra que você está preocupado com o bem-estar, segurança, cuidado e conforto do idoso, o que nem sempre conseguimos oferecer em casa, já que a nossa rotina nos impede.