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Espaço Saúde

‘Qual vai ser?’: jovens experimentam profissões para escolher carreira – Como será?, da Globo

29/05/2017 Equipe Cora #Saúde

Aos 16 anos, Nicoly está em dúvida sobre qual carreira escolher. Ela experimenta três profissões: o sonho dela era fazer Biomedicina. Ela foi conhecer um laboratório e analisou um teste de paternidade. Os pais dela querem que ela faça Enfermagem. A Nicoly conheceu a Cora e ajudou em algumas tarefas de apoio. Depois de uma orientação vocacional, surgiu um caminho alternativo: Biologia. A Nicoly foi até o Instituto Butantan conhecer um laboratório de produção de vacinas. No estúdio do Como Será?, ela decide qual vai ser. Confira a matéria.

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Higienização das mãos

05/05/2017 Equipe Cora #Saúde

Lavar as mãos é a medida mais simples e eficaz para prevenir doenças e infecções na saúde individual e comunitária. Nós da Cora, em reforço ao Dia Mundial de Higiene das Mãos comemorado em 5 de maio, incentivamos às boas práticas de higienização das mãos de nossos residentes, familiares e profissionais por um bem maior. Recomendamos a higienização das mãos antes e depois de tocar uma pessoa, a fim, protege-la contra os micro-organismos carreados em suas mãos. Indicação para lavar as mãos com água e sabão Quando as mãos estiverem visivelmente sujas Ao chegar em casa ou na Cora Após ir ao banheiro Antes e depois das refeições Antes do preparo de alimentos Antes do preparo e manipulação de medicamentos  Saiba lavar as mãos corretamente Conheça a seguir a técnica para correta lavagem das mãos. Abrir a torneira e molhar as mãos, evitando encostar-se à pia; Aplicar na palma da mão a quantidade suficiente de sabão líquido para cobrir todas as superfícies das mãos; Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si; Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa; Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais; Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai e vem e vice-versa; Esfregar o polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa; Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa; Esfregar o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando movimento circular e vice-versa; Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabão. Evitar contato direto das mãos ensaboadas com a torneira; Secar as mãos com papel-toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos; Desprezar o papel-toalha na lixeira para resíduos comuns, sem tocar na lixeira O tempo de duração da técnica para higienização das mãos com água e sabão é de 40 a 60 segundos. Indicação para uso de álcool gel Higienizar as mãos com preparação alcoólica quando estas não estiverem visivelmente sujas Saiba aplicar álcool gel nas mãos corretamente Conheça e siga a técnica que garante a correta higienização das mãos com álcool gel. Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de álcool gel para cobrir todas as superfícies das mãos, friccionando-as entre si; Palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa; Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais; Friccionar dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai e vem e vice-versa; Polegar direito, com o auxílio da palma da mão esquerda, utilizando-se movimento circular e vice-versa; Friccionar as polpas digitais e unhas da mão esquerda contra a palma da mão direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa; Friccionar o punho esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando movimento circular e vice-versa; O tempo de duração da técnica para higienização das mãos com álcool gel é de 20 a 30 segundos

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Depressão após aposentadoria: veja como evitar – Portal Minha Vida

19/01/2017 Equipe Cora #Saúde

Medidas simples podem evitar que você fique depressivo ao deixar de trabalhar Há quem aguarde ansiosamente a aposentadoria, período de merecido descanso após anos dedicados ao trabalho. Porém, este momento pode impactar na saúde de forma negativa, já que é comum para muitas pessoas desenvolverem depressão após se afastarem do trabalho. Segundo análise publicada em 2013 pelo centro de estudos Institute of Economics Affairs (IEA), a aposentadoria pode elevar em 40% as chances de desenvolver depressão, além de aumentar em 60% a possibilidade do aparecimento de um problema físico. Por falta de preparação psicológica e financeira, a aposentadoria representa um fator predisponente para quadros depressivos, assim como o luto e a perda da autonomia e independência por doenças específicas. Na faixa etária em que as pessoas se aposentam existe uma maior prevalência de perdas de entes queridos, além de causas secundárias de depressão, como uso de medicamentos, doenças endocrinológicas, neurológicas e infecciosas. Podemos perceber que cada vez mais pessoas estão apresentando maior dificuldade de lidar com a aposentadoria, por estarem muito envolvidas no mercado de trabalho e preocupadas com o consumo e sustento das famílias. Outras esperam a aposentadoria como uma válvula de escape para atingir a felicidade e a realização pessoal. Porém, para atingir esse objetivo é essencial ter um planejamento financeiro e emocional para que a ausência das atividades do trabalho seja compensada por outros fatores.   Como é feito o diagnóstico de depressão em idosos? O diagnóstico da depressão deve ser realizado logo, já que a doença não tratada pode levar à perda de força muscular, isolamento social, falta de autocuidado, intensificação das dores de doenças já existentes, piora da memória, desnutrição e, em situações mais graves, dependência total e suicídio. No idoso, a identificação da depressão muitas vezes é realizada por meio de exames para averiguar e excluir doenças que possam justificar os sintomas físicos inexplicados. Por exemplo, perda ou aumento do apetite sem causa aparente, dores refratárias ao uso de analgésicos, alteração do sono (sonolência ou insônia), distúrbios da memória e dificuldade de se concentrar sem causa definida.   Como prevenir a depressão após a aposentadoria? Apesar da prevenção da depressão não estar muito bem elucidada cientificamente, existem três dicas básicas que são um bom ponto de partida para evitá-la: 1ª Planejamento da aposentadoria: esse recurso é fundamental e precisa ser estimulado o quanto antes. Na consulta geriátrica é possível ter um aconselhamento de como envelhecer e programar o período após a aposentadoria. É preciso fazer uma reflexão profunda e apresentar os conceitos importantes que permeiam a faixa etária após os 65 anos. Existem necessidades físicas e psicológicas que precisam ser abordadas, como por exemplo, ao envelhecer temos dificuldade de subir escadas, então seria interessante planejar mudar de casa quando se vive em um sobrado. Também são levantadas questões sobre planos de saúde, seguros de vida, manutenção de atividades sociais, problemas de relacionamentos familiares e amorosos e espiritualidade. 2ª Atividade física: exercícios contribuem para menor incidência de depressão. Em geral, é muito recomendada a prática de atividade física que traga bem-estar para o indivíduo, que estará menos suscetível a perda de força muscular, dificuldades com locomoção e dores crônicas. O maior objetivo dos exercícios é prevenir o desaparecimento da independência e autonomia que o envelhecimento pode ocasionar. 3ª Qualidade dos relacionamentos afetivos: estudos apontam que a socialização está diretamente relacionada à qualidade de vida e ao envelhecimento bem-sucedido. Por isso, é importante que as pessoas invistam e mantenham seus relacionamentos pessoais. A aposentadoria é oportunidade para se dedicar a projetos novos e inesperados. É essencial estar preparado para que essa transição seja realizada da melhor maneira possível para que não seja um período de frustração, mas um caminho de realizações e experiências prazerosas. O planejamento pessoal somado ao suporte de amigos e familiares pode ser a chave para o sucesso na construção da vida após aposentadoria. A pergunta que eu deixo é: você está preparado? Fonte: Dra. Dra. Juliana Yumi Tizon Kasai, geriatra da Cora Residencial Senior CRM: 112649-SP

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