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Espaço Saúde

Cora Residencial Senior na Veja São Paulo

27/10/2017 Equipe Cora #TerceiraIdade

Até alguns anos atrás, os principais lares destinados a idosos na capital ocupavam sobrados com quintais apertados e quartos coletivos, onde várias camas eram dispostas lado a lado. O único serviço disponível costumava ser o acompanhamento clínico 24 horas, e as mensalidades giravam em torno de 3 000 reais. De uns tempos para cá, no entanto, ocorreu a chegada de estabelecimentos de melhor padrão. Pelo menos dez endereços com esse perfil abriram as portas por aqui desde 2014. Construídos em amplos terrenos arborizados e divididos em confortáveis apartamentos duplos ou até individuais, esses locais oferecem ainda um extenso cardápio de atividades culturais e esportivas para os hóspedes. Em alguns deles, apenas detalhes característicos do setor — como o botão de emergência ao lado da cama para a comunicação com enfermeiras — diferenciam esses endereços do ambiente de um bom hotel. A principal rede do ramo é a Cora Residencial Senior, que se instalou na cidade em 2015. Ela pertence à Brasil Senior Living (BSL), do fundo Pátria Investimentos. “Na fase de estudos, visitamos mais de 100 estabelecimentos, entre brasileiros e estrangeiros, para criar um modelo diferenciado de atendimento”, afirma Ricardo Soares, presidente da BSL. As duas unidades mais recentes foram inauguradas há cerca de dois meses, na Chácara Santo Antônio e em Higienópolis. A companhia está presente também em outros cinco espaços — Campo Belo, Ipiranga, Jardins, Tatuapé e Villa Lobos. Os edifícios têm capacidade para atender até 200 moradores e contam com ambientes amplos e bem iluminados por enormes janelas. Os quartos são triplos, duplos ou individuais e há em média uma enfermeira para cada oito idosos. O valor mínimo para morar no local é 5 000 reais por mês. Os hóspedes escolhem a sua rotina diária em meio a uma ampla programação, que inclui terapia ocupacional, sessões de cinema, jogos de videogame do console Wii e exercícios físicos, como aulas da dança zumba — realizadas com as pessoas sentadas, para permitir a participação de cadeirantes. Todo mês, a empresa de adestramento Cão Cidadão promove uma interação entre animais e os idosos de uma unidade. “As outras casas de repouso que encontrei eram muito escuras e tristes”, afirma a aposentada Maria Manzini, de 93 anos, que se mudou há oito meses para uma suíte dupla na unidade do Ipiranga. “Aqui é bonito e cheio de atividades.” Outro investimento da leva recente foi o Residencial Santa Cruz, que começou a funcionar há um ano no Jardim Marajoara, na Zona Sul. Seu destaque é a localização: além de ter um imenso jardim, o terreno é cercado por 35 000 metros quadrados de Mata Atlântica nativa. Um prédio de quatro andares abriga 78 leitos, espalhados em suítes individuais, duplas e triplas. A construção também conta com salas para a realização de variados exercícios físicos, além de tratamentos diversos de saúde e atividades de lazer. A mensalidade ali parte de 7 800 reais e pode chegar a 15 600 reais para os que desejarem se instalar nas acomodações mais luxuosas. Um dos pioneiros nessa linha é o Em Família Residencial Senior, inaugurado em novembro de 2014, com três unidades: duas no Pacaembu e uma em Perdizes. Por ali as atividades ocorrem individualmente, de acordo com a necessidade e a característica de cada pessoa. Um exemplo são as sessões de fisioterapia. Os hóspedes reúnem-se apenas para confraternizar em eventos gerais, como apresentações musicais e passeios externos. A mensalidade varia de 7 000 a 11 000 reais. Você pode conferir a matéria feita pela Catherine Barros também pelo link: https://vejasp.abril.com.br/cidades/residenciais-para-idosos-novidades/

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Centros para idosos têm maior procura nas férias e até videogame para terapia – Folha de S.Paulo

11/07/2017 Equipe Cora #TerceiraIdade

Passar as tardes dançando, fazendo exercícios, conversando com amigos e até jogando boliche em um videogame. Faz duas semanas que esse é o agitado dia a dia de Maria Eugênia de Carvalho, 79, que começou a frequentar uma unidade particular de um centro-dia para idosos (CDI). Os serviços de atenção diurna aos idosos voltados a pessoas com algum grau de dependência, física ou cognitiva, ficam mais movimentados no período de férias. Segundo a empresa Cora, no fim de ano a procura pelo serviço cresce cerca de 50%. No mês de julho, ela espera crescimento de 30% no número de idosos que passam o dia na instituição e voltam para casa à noite. “Nessa época há uma mudança na conjuntura familiar. Você precisa dedicar um pouco mais de tempo para outras atribuições com filhos, para citar um exemplo”, diz Rodrigo da Costa, geriatra da Cora Residencial Senior. O serviço também ajuda os idosos a continuar a prática de exercícios apesar das desanimadoras baixas temperaturas do inverno. Maria Eugênia, que é psicopedagoga aposentada, teve problemas no joelho e em um tendão da perna esquerda, mas no centro-dia não deixa de dançar e fazer exercícios, ainda que com alguma dificuldade. “Esse meu joelho é terrível”, diz ela. “As pessoas que já estão habituadas continuam frequentando e reforçamos os cuidados e manejo em relação ao frio. Mas as pessoas que pretendem começar têm mais resistência em sair de casa”, lembra Vanessa Mutchnik, mestre em gerontologia e proprietária do Centro Dia para Idosos Pasárgada, no bairro da Aclimação, em São Paulo. A maior procura pelo serviço também acompanha o crescimento da população idosa (com 60 anos ou mais) do Brasil, que se encontra em transição demográfica. Dados do IBGE apontam que, em 2030, o número de idosos já terá superado o de crianças e adolescentes em mais de 2 milhões de pessoas. Em 2050, serão cerca de 30 milhões a mais de idosos em relação a crianças no país, o que significa que quase 30% da população terá 60 anos ou mais. “Vai haver cada vez mais demanda por cuidadores”, diz. “Na Europa e EUA já são muito presentes os centros e essa forma de cuidar”, diz Alexandre Busse, geriatra do Hospital das Clínicas da USP. O serviço é relativamente recente no Brasil, com inauguração de diversos centros, tantos públicos quanto privados, nos últimos anos. O primeiro CDI da Prefeitura de São Paulo, por exemplo, foi inaugurado em setembro de 2015, no Bom Retiro, região central da cidade. Hoje são 16. Nos serviços privados, os serviços vão de cerca de R$ 150,00 (uma diária) até quase R$ 5.000,00 para um mês inteiro. Segundo Busse, além dos cuidados de saúde com os idosos, os CDIs podem ser importantes para o estímulo cognitivo, físico e social, que podem servir como formas de prevenção. Os serviços contam com equipes multidisciplinares, que incluem psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, alimentação, oficinas, atividades manuais e exercícios físicos. “Após a aposentadoria, se a pessoa não tem outra coisa que preencha a vida, que faça ela se sentir útil para a sociedade, ela vai ‘atrofiando’”, afirma Busse. Atividade Os idosos que frequentam os CDI têm um certo grau de autonomia, mas ainda precisam de ajuda para atividades do dia a dia para não correr riscos ao ficar desamparados. “Vim para cá porque meu filho é muito preocupado com minha idade, por eu ter me aposentado e estar mais parada”, diz Maria Eugênia, após de exercitar na Cora. A pedagoga aposentada Maria Páscoa, 75, frequenta um CDI junto com seu marido. Toda quarta-feira, eles chegam para a primeira refeição da manhã –“porque está incluso no preço e dispensa o trabalho de fazer o café em casa” – e passam o dia todo fazendo atividades. Os dois estão testando a Cora para ver se se mudam em definitivo para a residência para idosos, por todo o trabalho envolvido na manutenção do apartamento onde moram sozinhos. O geriatra do HC também alerta para a superproteção aos idosos, um grupo tão heterogêneo quanto a população de qualquer outra idade. “Vemos idosos que têm a sua independência, que se movimentam bem, mas que são restritos pelos filhos. Eles dizem: ‘Pode deixar que eu faço as suas compras, pode deixar que eu vou ao banco.’ Isso também não faz bem”, afirma Busse.

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Vovós online: contato com a tecnologia na terceira idade estimula o cérebro e combate a depressão – Portal R7

02/05/2017 Equipe Cora #TerceiraIdade

Interagir na internet evita o isolamento e serve como estímulo cognitivo, dizem especialistas Conversar com os amigos em um grupo do Whatsapp, fazer uma chamada de vídeo com aquele parente que mora longe e pagar contas pelo aplicativo do banco no celular: se você acha que tudo isso é coisa de gente jovem, está na hora de rever os seus conceitos. De acordo com Maisa Kairalla, médica geriatra e presidente da SBGG-SP (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Estado de São Paulo), a inclusão digital na terceira idade, mais que necessária, é positiva para a saúde da população com mais de 60 anos. — O acesso aos dispositivos digitais estimula o cérebro e, nesse sentido, os ganhos cognitivos são vários. Há pesquisas que mostram benefícios para aspectos como memória e até depressão, que nós observamos muito no consultório. Na internet, o idoso interage e socializa mais. Isso faz bem para o comportamento dele, já que ele fica mais ativo e se integra à realidade de hoje, em que boa parte da rotina envolve tecnologia. No Brasil, cada vez aumenta o número de pessoas acima de 50 anos envolvidos com as novas tecnologias. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2016, 14,9% da população idosa brasileira utiliza a internet — dez anos atrás, os usuários eram apenas 7,3%. O número dessa faixa etária celular também aumentou bastante: pulou de 16,8% em 2005 para 55,6% nos dias de hoje. Camilla Vilela, gerontóloga da Cora Residencial Senior — instituição de longa permanência para idosos da capital paulista —, concorda que os dispositivos trouxeram autonomia para os idosos que, muitas vezes, não gostam de ter que pedir ajuda para realizar tarefas do dia a dia. Os benefícios, segundo a profissional, se estendem para as capacidades motoras e visuais de quem tem mais de 60 anos. — Só o fato de aprender algo novo, independentemente de ser no computador ou celular, já é um estímulo cognitivo para eles. Fora isso, a interação com os dispositivos tecnológicos acaba trabalhando estimulação motora, percepção visual, memória, atenção e processamento de informações. Para o aposentado Geraldo Rocco, de 80 anos, o contato com a tecnologia garantiu a independência de poder pagar as próprias contas sem sair de casa — o deslocamento seria complicado, já que Rocco se locomove por cadeira de rodas. Ele conta que começou a transição do mundo analógico para o digital há pouco mais de 25 anos, quando os calhamaços do departamento de compras da multinacional onde trabalhava foram substituídos por computadores. Aos poucos, a rotina de interação com os aparelhos foi incorporada à vida pessoal. Acesso aos dispositivos digitais é estímulo cognitivo para idosos — Hoje, eu faço qualquer transação pelo site do banco. A vida ficou muito mais fácil. Meu celular, por enquanto, não é smartphone, mas eu pretendo trocá-lo em breve para falar com meus filhos pelo Whatsapp. Qualidade de vida e combate à solidão As novas possibilidades de interação com amigos e familiares, aliás, representam um dos grandes impactos positivos que o contato com tablets, smartphones e computadores podem trazer para os idosos. Isso porque na terceira idade as tendências ao isolamento aumentam, segundo a psicóloga Blenda de Oliveira, da SBP-SP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo). — Esse isolamento acontece depois dos 60 anos por vários motivos. Às vezes por limitação física, por abandono da família ou porque os parentes e amigos moram longe. O problema é que essa solidão, muitas vezes, faz com que eles percam as trocas com o mundo e até leva a doenças como depressão. O bom da tecnologia é que ela funciona como uma ferramenta eficiente de interação. O aposentado Julio Miskolci, de 81 anos, por exemplo, faz chamadas de vídeo todos os dias para conversar com o filho, que mora no Catar. É um ritual quase religioso: às 13h em ponto, ele liga o tablet e aguarda a ligação. Também acessa o e-mail para ver fotos de parentes e bate-papo com os netos. "Comecei a mexer há alguns anos. Meu filho deu algumas dicas e eu fui seguindo", conta. Miskolci faz chamadas de vídeo para conversar com filho que mora no Catar; bate-papo na internet evita isolamento A psicóloga da SBP-SP ressalta que os idosos que cultivam o contato com outras pessoas — na internet e fora dela — têm uma qualidade de vida muito maior, com mais alegria e menos queixas do ponto de vista psicológico. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que 11,1% da população brasileira com mais 60 anos se declara depressiva. As profissionais entrevistadas pelo R7 completam que a busca pela qualidade de vida é importante especialmente no caso desses indivíduos que sofrem de depressão e outras doenças crônicas — que não têm cura —, como diabetes, hipertensão, Alzheimer e mal de Parkinson. O que não pode acontecer, de acordo com Blenda, é o exagero: “É sempre bom observar a forma como essas tecnologias são utilizadas. Elas não devem substituir o contato presencial com as pessoas e a atividade física, por exemplo. Caso contrário, a tecnologia pode levar a um outro tipo de isolamento, igualmente preocupante”, completa. A mulher de Geraldo, Anna Maria Rocco, de 76 anos, é mais moderninha: tem contas em redes sociais como Whatsapp, Facebook e Messenger. — Comecei a mexer por causa do meu marido e hoje uso pra falar com os meus filhos que moram longe. Também estou em grupos das aulas de meditação e inglês e, às vezes, utilizo o aplicativo do banco para fazer transações no celular. Costumo dizer que o smartphone é um dos meus anjos da guarda Quem também está aprendendo a mexer no tablet é Isaura Kakuto, que já usa o aparelho para guardar fotos de festas e encontros com amigos. Ela diz que se surpreendeu com as novas possibilidades de aprendizado desde que ganhou o dispositivo da filha, há seis meses: "Tenho 82 anos e não sabia que ainda posso aprender tanto", ri   Já Waldemar Monteiro, de 91 anos, herdou o tablet da mulher, que morreu há seis meses, e está aprendendo a utilizá-lo para poder conferir as notícias do dia pela internet

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